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	<title>Klaus Paiva &#187; Linux</title>
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	<description>Idéias e desventuras de Klaus Paiva</description>
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		<title>Mãe-Google dando uma força para o Photoshop no Linux</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2008/ler/mae-google-dando-uma-forca-para-o-photoshop-no-linux/index.html</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 19:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Adobe]]></category>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você usa Linux e faz sites certamente já pensou: &#8220;Bem que Photoshop® poderia rodar legal no Linux&#8230;&#8221;. Felizmente temos o Wine, a implementação da API do Windows®, numa descrição do próprio projeto. O Wine roda uma série de programas do Windows dentro do Linux porém, o Photoshop sempre funcionou (quando funciona&#8230;) com algumas limitações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você usa Linux e faz sites certamente já pensou: &#8220;Bem que Photoshop® poderia rodar legal no Linux&#8230;&#8221;.</p>
<p>Felizmente temos o <a href="http://www.winehq.org/">Wine</a>, a implementação da API do Windows®, numa descrição do próprio projeto. O Wine roda uma série de programas do Windows dentro do Linux porém, o Photoshop sempre funcionou (quando funciona&#8230;) com algumas limitações ou problemas esporádicos.</p>
<p>A boa notícia é que a <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2008/02/22/usuarios-do-sistema-operacional-linux-poderao-usar-o-photoshop/">mãe Google vai patrocinar o aprimoramento do desempenho do Photoshop no Linux</a>! Isso é fantástico! =)</p>
<p>Claro, vale lembrar que o projeto Wine até o presente momento já tem um bom progresso nesse sentido, inclusive é possível rodar o <a href="http://appdb.winehq.org/objectManager.php?sClass=version&amp;iId=2631">Photoshop CS2 no Wine</a>. Tenho ele rodando aqui e depois de algumas tentativas e acertos, garanto que funciona relativamente bem. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Revista sobre Ubuntu</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/revista-sobre-ubuntu/index.html</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 19:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Começo de dezembro e final das aulas, ufa! Depois de um mês de novembro bem apertado, é hora de voltar a blogar! Pra começar, uma dica rápida sobre uma revista independente do Ubuntu. A revista tem um visual legal e é agradável de se ler, vale a pena dar uma olhada. Interessante também é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo de dezembro e final das aulas, ufa! <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Depois de um mês de novembro bem apertado, é hora de voltar a blogar!</p>
<p>Pra começar, uma dica rápida sobre uma <a href="http://fullcirclemagazine.org/">revista independente do Ubuntu</a>. A revista tem um visual legal e é agradável de se ler, vale a pena dar uma olhada.</p>
<p>Interessante também é que você pode baixar o arquivo fonte das edições, tanto para traduzir como para aprender algo sobre editoração eletrônica. A revista é feita com o editor <a href="http://www.scribus.net/">Scribus</a>, se você não o conhecia, como eu, também vale a pena dar uma olhada neste editor.</p>
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		<title>Apresentação sobre inteligência coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 19:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Coletiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Amanhã vou fazer, juntamente com mais dois colegas de classe, uma apresentação sobre inteligência coletiva. A disciplina é &#8220;Interação Humano-Computador&#8221; e por isso, o tema está discutido sob a ótica desta disciplina. Criamos um artigo citando três grandes exemplos da web atual: Wikipedia, Google e Linux. Mostramos aonde a inteligência coletiva é aplicada nestes casos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã vou fazer, juntamente com mais dois colegas de classe, uma apresentação sobre <strong>inteligência coletiva</strong>. A disciplina é &#8220;Interação Humano-Computador&#8221; e por isso, o tema está discutido sob a ótica desta disciplina.</p>
<p>Criamos um artigo citando três grandes exemplos da <em>web</em> atual: Wikipedia, Google e Linux. Mostramos aonde a inteligência coletiva é aplicada nestes casos.</p>
<p>A apresentação será bem breve, 20 minutos, por isso o artigo está bem sucinto. O tema inteligência coletiva é muito interessante! <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<ul class="lists">
<li> <a href="http://downloads.klaus.pro.br/senac/ihc/inteligencia-coletiva-o-paradigma-do-conhecimento.pdf"><br />
Baixar o artigo sobre inteligência coletiva<br />
</a> (14k)</li>
<li> <a href="http://downloads.klaus.pro.br/senac/ihc/apresentacao-inteligencia-coletiva-o-paradigma-do-conhecimento.pdf"><br />
Baixar a apresentação sobre inteligência coletiva<br />
</a> (401k)</li>
</ul>
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		<title>Pidgin no Ubuntu e verificação ortográfica nas mensagens</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 19:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Aspell]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Pidgin]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pidgin é o novo nome do famoso comunicador instantâneo Gaim. (Troca de nome? Por quê?) Nos repositórios oficiais da atual versão estável do Ubuntu, Feisty Fawn, você não encontra o Pidgin para instalação. Existem sites que possuem o instalador em formato .deb do Pidgin (64 bits) para download porém, a forma mais fácil de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://pidgin.im/">Pidgin</a> é o novo nome do famoso comunicador instantâneo Gaim. (<a href="http://www.neowin.net/index.php?act=view&amp;id=39314">Troca de nome? Por quê?</a>)</p>
<p>Nos repositórios oficiais da atual versão estável do Ubuntu, <a href="https://wiki.ubuntu.com/FeistyFawn">Feisty Fawn</a>, você não encontra o Pidgin para instalação. Existem sites que possuem o <a href="http://www.getdeb.net/release.php?id=1045">instalador em formato .deb do Pidgin</a> (<a href="http://www.getdeb.net/release.php?id=1046">64 bits</a>) para download porém, a forma mais fácil de instalar é através de repositórios.</p>
<h3 id="novos-repositorios" class="subtitles">Adicionandos novos repositórios</h3>
<p>Adicionar novos repositórios é fácil. Você pode fazer isso tanto pela <a href="http://ubuntuguide.org/wiki/Ubuntu:Feisty#How_to_add_extra_repositories">interface gráfica</a> (<a href="http://wiki.ubuntu-br.org/AdicionandoRepositorios/Edgy">pt-br</a>) como pela linha de comando. Abaixo estão os passos para a instalação pelo terminal, simples e rápida. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os repositórios que vamos adicionar são os seguintes:</p>
<div>
<pre><code># Debuntu
deb http://repository.debuntu.org/ feisty multiverse
deb-src http://repository.debuntu.org/ feisty multiverse
</code></pre>
</div>
<p>Para adicionar os repositórios vamos inserir as linhas acima ao seu arquivo &#8220;sources.list&#8221;. Vamos editá-lo:</p>
<div>
<pre class="bash"><code>sudo gedit /etc/apt/sources.list</code></pre>
</div>
<p>Ali aonde está escrito &#8220;gedit&#8221; você pode trocar por outro editor de sua preferência: &#8220;kwrite&#8221;, &#8220;mousepad&#8221;, &#8220;vim&#8221;, etc&#8230; Salve o arquivo e vamos adicionar agora a chave de autenticação deste novo repositório.</p>
<div>
<pre class="bash"><code>wget http://repository.debuntu.org/GPG-Key-chantra.txt -O- | sudo apt-key add -</code></pre>
</div>
<p>A linha acima é importante pois ela adiciona a chave de autenticação do repositório que acabamos de incluir na nossa lista. Sem ela você não vai conseguir utilizar este repositório novo.</p>
<p>Se você ver o erro abaixo, ou similar, é sinal que está faltando a chave. Basta executar o comando acima para resolver o problema.</p>
<div>
<pre><code>W: GPG error: http://repository.debuntu.org feisty Release:
The following signatures couldn't be verified because the public key is not available:
NO_PUBKEY 0E466170BCF1FC29
W: You may want to run apt-get update to correct these problems</code></pre>
</div>
<h3 id="instalando-pidgin" class="subtitles">Atualizando os pacotes e instalando o Pidgin</h3>
<p>Três comandos rápidos para ter seu Pidgin instalado e funcionando:</p>
<div>
<pre class="bash"><code>sudo aptitude update
sudo aptitude dist-upgrade
sudo aptitude install pidgin pidgin-libnotify</code></pre>
</div>
<p>A primeira linha atualiza a sua lista de pacotes (programas) disponíveis para instalação. O segundo atualiza os programas instalados no seu sistema. E o terceiro instala o Pidgin, junto com uma biblioteca para ter aqueles balõezinhos de notificação quando alguém entra ou quando você recebe uma mensagem.</p>
<p>Com isso o Pidgin já estará instalado e funcional. Procure-o no menu de programas (na seção &#8220;Internet&#8221;, provavelmente) ou use o comando &#8220;pidgin&#8221; para executá-lo.</p>
<h3 id="correcao-ortografica" class="subtitles">Correção ortográfica para Português do Brasil</h3>
<p>O Pidgin possui suporte a verificação ortográfica enquanto você digita sua mensagem. É um recurso super bacana e muito prático.</p>
<p>Para instalar o pacote usado na verificação é simples:</p>
<div>
<pre class="bash"><code>sudo aptitude install aspell-pt-br</code></pre>
</div>
<p>Prontinho! <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Caso você tenha um Ubuntu em inglês, como eu, mesmo que você tenha o pacote do nosso português brasileiro, o Pidgin ainda vai fazer a verificação com base no idioma inglês. Para mudar isso é simples, vamos criar uma nova forma de iniciar o Pidgin:</p>
<div>
<pre class="bash"><code>sudo gedit /usr/bin/pidgin-ptbr</code></pre>
</div>
<p>Troque ali o &#8220;gedit&#8221; pelo editor de sua preferência. Neste novo arquivo, adicione as seguintes linhas:</p>
<div>
<pre class="bash"><code><span class="re3">#!/bin/sh</span>
<span class="re2">LANG=</span>pt_BR
pidgin
<span class="kw3">exit</span> <span class="nu0">0</span></code></pre>
</div>
<p>A segunda linha é onde está o truque. Ali informamos qual o idioma estamos usando e é com base nessa informação que o Pidgin decide qual idioma de verificação carregar.</p>
<p>Falta ainda adicionarmos as permissões de execução para este novo arquivo. Simples:</p>
<div>
<pre class="bash"><code>sudo chmod a+x /usr/bin/pidgin-ptbr</code></pre>
</div>
<p>Tudo perfeito agora. Para rodar seu Pidgin com correção ortográfica em português brasileiro basta executar &#8220;pidgin-ptbr&#8221;. É isso! <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/pidgin-ptbr.png" alt="" /> </dt>
<dd> A verificação ortográfica em ação </dd>
</dl>
<dl class="references">
<dt>Referências</dt>
<dd> <a href="https://wiki.ubuntu.com/FeistyFawn">Ubuntu Feisty Fawn</a> </dd>
<dd> <a href="http://ubuntuguide.org/wiki/Ubuntu:Feisty#How_to_add_extra_repositories">Adicionando novos repositórios</a> (<a href="http://wiki.ubuntu-br.org/AdicionandoRepositorios/Edgy">pt-br</a>) </dd>
<dd> <a href="http://www.debuntu.org/pidgin-2.0.0-deb-ubuntu-feisty-fawn">Instalando o Pidgin pelos repositórios do Debuntu</a> </dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ATI ou NVIDIA, placa de vídeo no Ubuntu é com o Envy</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/ati-ou-nvidia-placa-de-video-no-ubuntu-e-com-o-envy/index.html</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 19:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[ATI]]></category>
		<category><![CDATA[envy]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você tem uma placa de vídeo da NVIDIA ou da ATI e um Ubuntu na sua máquina, sabe que nem sempre é tão fácil configurar sua placa corretamente para obter um bom (ou o melhor) desempenho. Felizmente, existe uma ferramenta simples que auxilia bastante nesse processo de instalação. Trata-se do Envy. Ele permite instalar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem uma placa de vídeo da <a href="http://www.nvidia.com/">NVIDIA</a> ou da <a href="http://ati.amd.com/">ATI</a> e um <a href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a> na sua máquina, sabe que nem sempre é tão fácil configurar sua placa corretamente para obter um bom (ou o melhor) desempenho.</p>
<p>Felizmente, existe uma ferramenta simples que auxilia bastante nesse processo de instalação. Trata-se do <a href="http://www.albertomilone.com/nvidia_scripts1.html">Envy</a>. Ele permite instalar com facilidade os <em>drivers</em> para placas da NVIDIA e da ATI para no Ubuntu. Ah, como já era de se esperar, também funciona para o <a href="http://www.debian.org/">Debian</a>.</p>
<h3 id="instalando" class="subtitles">Instalando o envy</h3>
<p>Primeiramente, faça o download do pacote .deb disponível <a href="http://albertomilone.com/ubuntu/nvidia/scripts/envy_0.9.6-0ubuntu2_all.deb">aqui</a> (0.9.6). Ou acesse a <a href="http://www.albertomilone.com/nvidia_scripts1.html">página do projeto</a> e verifique se há uma versão mais nova.</p>
<p>Dê um duplo clique no pacote para iniciar a processo e autorize a instalação:</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/installing-envy.png" alt="" /> </dt>
<dd> Instalando o Envy </dd>
</dl>
<p>Ou você pode fazer a instalação pela linha de comando:</p>
<p><code class="bash">sudo dpkg -i caminho/ate/envy_0<span class="nu0">.9</span><span class="nu0">.6</span>-0ubuntu2_all.deb</code></p>
<h3 id="usando" class="subtitles">Usando o envy</h3>
<p>O Envy é bastante flexível e funciona tanto no ambiente gráfico (<a href="http://www.x.org/wiki/">X</a>) como no modo texto.</p>
<p>Para rodar o programa no modo gráfico é simples: <var>envy -g</var> e o resultado é:</p>
<dl class="images">
<dt> <a href="http://blog.i.klaus.pro.br/envy-graphic-mode.png"><br />
<img src="http://blog.i.klaus.pro.br/envy-graphic-mode-thumb.jpg" alt="" /><br />
</a> </dt>
<dd> Envy rodando no modo gráfico </dd>
</dl>
<p>E para rodar no modo texto: <var>envy -t</var>.</p>
<p>Depois disso é só selecionar o fabricante de sua placa de vídeo e avançar. Bastante simples.</p>
<h3 id="experiencia" class="subtitles">Minha experiência com o envy</h3>
<p>Aqui no trabalho eu tenho uma placa da ATI, uma Radeon X600 com <em>dual-head</em>. Tentei instalar usando o <a href="http://ati.amd.com/support/drivers/linux/linux-radeon.html"><em>driver</em> proprietário disponibilizado pela própria ATI</a>. Funcionou bem porém eu não consegui a mesma aceleração gráfica que o Envy conseguiu, além do trabalho que foi ficar alterando o <em>xorg.conf</em> e testando as configurações. Com o Envy foi tudo mais simples. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No final das contas, apesar do programa não ter uma interface bem acabada ou talvez bonita, ele cumpre muito bem sua funcionalidade proposta.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ajustando o comportamento do backspace no Firefox do Linux</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/ajustando-o-comportamento-do-backspace-no-firefox-do-linux/index.html</link>
		<comments>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/ajustando-o-comportamento-do-backspace-no-firefox-do-linux/index.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 19:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse foi um grande achado e completamente sem querer. Estava navegando hoje no Ubuntu Guide e encontrei esta dica aqui: How to change backspace behavior in Mozilla Firefox to do page back instead of page up, ou seja, como alterar o comportamento do backspace no Firefox para ser um &#8220;Voltar&#8221; ao invés de um &#8220;Page [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi um grande achado e completamente sem querer. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Estava navegando hoje no <a href="http://ubuntuguide.org/">Ubuntu Guide</a> e encontrei esta dica aqui: <a href="http://ubuntuguide.org/wiki/Ubuntu:Feisty#How_to_change_backspace_behavior_in_Mozilla_Firefox_to_do_page_back_instead_of_page_up"> How to change backspace behavior in Mozilla Firefox to do page back instead of page up</a>, ou seja, como alterar o comportamento do <em>backspace</em> no <a href="http://www.getfirefox.com/">Firefox</a> para ser um &#8220;Voltar&#8221; ao invés de um &#8220;Page Up&#8221;.</p>
<p>Para alterar isso é muito simples. Vá na barra de endereços e digite &#8220;about:config&#8221;. Sim, sem as aspas. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Agora, na caixa &#8220;Filter&#8221; digite &#8220;backspace&#8221; e você verá, provavelmente, apenas uma configuração: &#8220;browser.backspace_action&#8221;. Altere o valor para 0, reinicie seu Firefox e pronto!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando seu iPod no Ubuntu Linux</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/usando-seu-ipod-shuffle-no-ubuntu-linux/index.html</link>
		<comments>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/usando-seu-ipod-shuffle-no-ubuntu-linux/index.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 23:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[iPod]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wp.blog.klaus.pro.br/2007/ler/usando-seu-ipod-shuffle-no-ubuntu-linux/index.html</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada eu comprei um iPod shuffle &#8211;na verdade dois. Embora eu não vá ficar com nenhum deles, resolvi testar e ver se consegueria transferir algumas músicas para ele usando, claro, meu (X)Ubuntu. O resultado? Sim, é possível! E com grande facilidade, diga-se de passagem. =) Visão geral Resumidamente, os passos são, apenas, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada eu comprei um <a href="http://www.submarino.com.br/electronic_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=13&amp;ProdId=1934500&amp;ST=SR&amp;franq=248827">iPod shuffle</a> &#8211;na verdade dois<!--, um pra minha irmã, outro pra minha namorada-->. Embora eu não vá ficar com nenhum deles, resolvi testar e ver se consegueria transferir algumas músicas para ele usando, claro, meu (X)Ubuntu. O resultado? <strong>Sim, é possível</strong>! E com grande facilidade, diga-se de passagem. =)</p>
<h3 id="visao-geral" class="subtitles">Visão geral</h3>
<p>Resumidamente, os passos são, apenas, os seguintes:</p>
<ul class="lists">
<li> Conecte seu iPod devidamente no PC;</li>
<li> Abra o <a href="http://www.gtkpod.org/">gtkpod</a> e selecione o seu modelo (no nosso caso, o iPod shuffle, que fica nos itens do menu da quinta geração);</li>
<li> Adicione suas músicas e confirme a transferência para o iPod;</li>
<li> Pronto! Agora é só curtir suas músicas! (essa parte não é explicada neste texto =)</li>
</ul>
<p>Ah! Esta explicação é baseada <a href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=103071">neste artigo</a> com algumas adições e dicas extras.</p>
<h3 id="passo-a-passo" class="subtitles">Passo a passo</h3>
<p>Conecte seu iPod ao PC e logo você verá um indicador de sua presença. Dependendo da configuração do seu PC, você poderá ver o ícone no seu <em>desktop</em> ou no seu gerenciador de arquivos favoritos.</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/gtkpod-connected-ipod.png" alt="" /> </dt>
<dd> O iPod conectado e automaticamente instalado pelo Ubuntu </dd>
</dl>
<p>Na sequência, abra o <strong>gtkpod</strong>. Se você já o tiver instalado ele provavelmente vai estar na seção &#8220;Multimídia&#8221; do seu menu de programas. Aos que preferem o terminal, simplesmente: <strong>gtkpod</strong> para abrir o programa. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Caso você ainda não tenha o programa, tudo tranquilo, é bem simples instalá-lo:</p>
<p><code class="bash">sudo aptitude update<br />
sudo aptitude install gtkpod</code></p>
<p>Use os procedimentos do parágrafo anterior para abrir seu recém-instalado programa.</p>
<dl class="images">
<dt> <a href="http://blog.i.klaus.pro.br/gtkpod-interface.png"><br />
<img src="http://blog.i.klaus.pro.br/gtkpod-interface-thumb.png" alt="" /><br />
</a> </dt>
<dd> A interface do gtkpod </dd>
</dl>
<p>O primeiro passo, talvez, é fazer o programa reconhecer seu iPod. Dependendo de como seu sistema &#8220;montou&#8221; seu iPod ele pode não ser reconhecido diretamente pelo programa.</p>
<p>Caso o seu não tenha sido reconhecido, o procedimento é simples: clique no botão &#8220;Load iPod(s)&#8221;. A janela abaixo será aberta:</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/gtkpod-load-ipods.png" alt="" /> </dt>
<dd> Janela &#8220;Load iPod(s)&#8221; </dd>
</dl>
<p>Por padrão, o programa vai tentar localizar seu iPod aqui: <var>/media/ipod</var>. No meu caso, o sistema montou o iPod aqui: <var>/media/IPOD</var>. Note a diferença entre &#8220;ipod&#8221; e &#8220;IPOD&#8221;.</p>
<p>Após a explicação teórica, voltamos a parte prática. Clique no botão &#8220;Yes&#8221; e você verá uma nova janela, aonde poderá dizer o modelo de seu iPod (opcionalmente) e aonde ele foi montado.</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/gtkpod-load-ipods-details.png" alt="" /> </dt>
<dd> Especificando os detalhes do seu iPod </dd>
</dl>
<p>Se tudo correr bem seu iPod será reconhecido e estará pronto para uso. Agora é só você adicionar suas músicas!</p>
<p>Como exemplo, vamos adicionar um diretório inteiro (o álbum de um artista). Vá em &#8220;File&#8221;, depois em &#8220;Add Directory&#8221;. Na janela que se abrirá, escolhe a pasta que será adicionada e confirme.</p>
<p>Você verá uma listagem com todas as músicas que você selecionou. Agora, clique em &#8220;Save Changes&#8221; e aguarde a transferência terminar.</p>
<p>Pronto! Você já pode ouvir seu iPod com suas músicas favoritas! <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<dl class="references">
<dt> Referências </dt>
<dd> <a href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=103071">HOW-TO iPod with (Ubuntu) Linux</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.gtkpod.org/">gtkpod &#8211; Página do projeto</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.apple.com/ipodshuffle/">iPod shuffle</a> </dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um, quase, Spotlight no Xfce e GNOME</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/um-quase-spotlight-no-xfce-e-gnome/index.html</link>
		<comments>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/um-quase-spotlight-no-xfce-e-gnome/index.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2007 23:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[GNOME]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Xfce]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você já usou o Spotlight do Mac OS sabe o quão interessante ele é. Nós, adeptos ao pinguim, também temos uma opção semelhante para GNOME (que também serve no Xfce). Trata-se do Deskbar Applet. (feito em Python!) Instalando A instalação, como não poderia deixar de ser, é bem simples. No seu (*)Ubuntu basta instalar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você já usou o <a href="http://www.apple.com/macosx/features/spotlight/">Spotlight</a> do Mac OS sabe o quão interessante ele é. Nós, adeptos ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tux">pinguim</a>, também temos uma opção semelhante para <a href="http://gnome.org/">GNOME</a> (que também serve no <a href="http://www.xfce.org/">Xfce</a>). Trata-se do <a href="http://raphael.slinckx.net/deskbar/">Deskbar Applet</a>. (feito em <a href="http://www.python.org/">Python</a>!)</p>
<h3 id="instalando" class="subtitles">Instalando</h3>
<p>A instalação, como não poderia deixar de ser, é bem simples. No seu (*)Ubuntu basta instalar o pacote <strong>deskbar-applet</strong>. Pelo gerenciador de pacotes ou pela linha de comando:</p>
<p><code>sudo aptitude install deskbar-applet</code></p>
<p>Agora, se você está usando GNOME, basta dar um clique com o botão direito sobre qualquer um dos seus painéis e adicionar o Deskbar.</p>
<p>Se você está usando o Xfce, assim como eu, precisa de uma etapa extra pois o Deskbar é um <em>applet</em> do GNOME, não do Xfce.</p>
<h3 id="xfce" class="subtitles">Usando o Deskbar no Xfce</h3>
<p>Para usar <em>applets</em> do GNOME no Xfce é necessário instalar um pacote extra: <strong>xfce4-xfapplet-plugin</strong>. A instalação também pode ser feita pelo gerenciador de pacotes ou pela linha de comando:</p>
<p><code>sudo aptitude install xfce4-xfapplet-plugin</code></p>
<p>Como eu uso Xfce, preparei uma sequência de imagens para ilustrar como adicionar o Deskbar. Primeiro, dê um clique com o botão direito sobre um de seus painéis e selecione a opção &#8220;Add New Item&#8221;:</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/deskbar-no-xfce1.png" alt="" /> </dt>
<dd> Escolha a opção &#8220;Add New Item&#8221; do menu de contexto dos painéis </dd>
</dl>
<p>Na lista de opções para adição escolha o item &#8220;XfApplet&#8221;:</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/deskbar-no-xfce2.png" alt="" /> </dt>
<dd> Adicionando o &#8220;XfApplet&#8221; </dd>
</dl>
<p>Na sequência, aparecerá uma janela para você adicionar qualquer um dos <em>applets</em> do GNOME disponíveis no seu sistema. Procure o Deskbar e adicione-o:</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/deskbar-no-xfce3.png" alt="" /> </dt>
<dd> Adicionando o Deskbar pelo &#8220;XfApplet&#8221; </dd>
</dl>
<p>Você pode configurar o Deskbar ainda mais acessando sua tela de preferências mas, ele já está pronto para uso. O atalho inicial é Alt + F3. Experimente!</p>
<dl class="images">
<dt> <img src="http://blog.i.klaus.pro.br/deskbar-no-xfce4.png" alt="" /> </dt>
<dd> O Deskbar em uso no Xfce </dd>
</dl>
<dl class="references">
<dt> Referências: </dt>
<dd> <a href="http://raphael.slinckx.net/deskbar/">Deskbar Applet</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.apple.com/macosx/features/spotlight/">Spotlight do Mac OS</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.xfce.org/">Xfce</a> </dd>
<dd> <a href="http://gnome.org/">GNOME</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.python.org/">Python</a> </dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando o BlueJ no (*)Ubuntu Edgy</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-o-bluej-no-ubuntu-edgy/index.html</link>
		<comments>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-o-bluej-no-ubuntu-edgy/index.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 22:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[BlueJ]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wp.blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-o-bluej-no-ubuntu-edgy/index.html</guid>
		<description><![CDATA[Este semestre na faculdade eu vou ter a disciplina de programação orientada a objetos (versão pt-br). Pra facilitar a assimilação dos conceitos, o professor recomendou um programa feito em Java chamado BlueJ. Como o foco prático da disciplina é em Java, uma escolha auto-justificável, eu diria. =) Considerações iniciais Antes de continuarmos as dicas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este semestre na faculdade eu vou ter a disciplina de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Object-oriented_programming">programação orientada a objetos</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/POO">versão pt-br</a>).</p>
<p>Pra facilitar a assimilação dos conceitos, o professor recomendou um programa feito em Java chamado <a href="http://www.bluej.org/">BlueJ</a>. Como o foco prático da disciplina é em <a href="http://java.sun.com/">Java</a>, uma escolha auto-justificável, eu diria. =)</p>
<h3 id="consideracoes" class="subtitles">Considerações iniciais</h3>
<p>Antes de continuarmos as dicas de instalação, estou assumindo deste ponto em diante duas coisas importantes:</p>
<ul class="lists">
<li> Quando eu usar a palavra <strong>terminal</strong> ou <strong>linha de comando</strong>, estou me referindo ao seu console favorito, seja o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GNOME_Terminal">Gnome Terminal</a>, <a href="http://konsole.kde.org/">Konsole</a>, digite o seu aqui&#8230;</li>
<li> Você deve ter os repositórios <em>multiverse</em> habilitados na sua lista de fontes para instalação de <em>softwares</em> (o arquivo <em>sources.list</em>). Veja como logo abaixo.</li>
</ul>
<p id="repositorios">Para habilitar os repositórios <em>multiverse</em> via interface gráfica, <a href="http://cutlersoftware.com/ubuntuinstall/#enabling_extra_repositories">siga por aqui</a>. Pelo terminal (que eu considero mais simples), <a href="https://help.ubuntu.com/community/Repositories/CommandLine">por aqui</a>.</p>
<h3 id="metodo1" class="subtitles">Instalando &#8211; Método um</h3>
<p>Se você tiver a última e oficial versão da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Java_Virtual_Machine">Java Virtual Machine</a> (JVM), sua instalação será bastante simplificada. Caso você não tenha a JVM instalada, não seja a versão mais atual ou ainda, não seja a versão oficial, veja as etapas extras de instalação no <a href="#metodo2">método dois</a>.</p>
<p>O primeiro passo é baixar o BlueJ. Vá até o site oficial e faça o <a href="http://www.bluej.org/download/download.html">download</a> da última versão estável disponível.</p>
<p>Vou assumir que você baixou o arquivo e o salvou em seu <em>Desktop</em> (<em>/home/seunome/Desktop</em>). Na sequência, use um terminal e digite:</p>
<p><code>cd<br />
cd Desktop<br />
sudo java -jar bluej-&lt;sua_versao_de_arquivo&gt;.jar</code></p>
<p><strong>Nota:</strong> O último comando pedirá sua senha para rodar o programa e fazer a instalação.</p>
<p>A janela de instalação do programa se abrirá. Se tudo estiver certo com sua JVM, o segundo campo já virá preenchido. Basta trocar o primeiro campo para algo como: &#8220;<em>/usr/lib/bluej</em>&#8221; e confirmar a instalação.</p>
<dl class="images">
<dt> <a href="http://blog.i.klaus.pro.br/instalando-bluej.jpg"><br />
<img src="http://blog.i.klaus.pro.br/instalando-bluej-thumb.jpg" alt="" /><br />
</a> </dt>
<dd> Janela de instalação do BlueJ com os dados preenchidos </dd>
</dl>
<p>Depois de concluída a instalação, experimente rodar o programa com o comando:</p>
<p><code>/usr/lib/bluej/bluej</code></p>
<p>Se tudo deu certo, o programa será lançado e você já pode começar a usá-lo! Vamos criar agora um atalho para facilitar a inicialização do programa.</p>
<p><strong>Nota:</strong> Se o segundo campo não veio preenchido, você deverá tentar o <a href="#metodo2">segundo método</a>, que vai instalar a versão oficial da <a href="http://www.sun.com/">Sun</a> (da JVM).</p>
<h3 id="atalho" class="subtitles">Criando um atalho para inicialização</h3>
<p>Seria muito melhor digitar apenas o nome do programa para iniciá-lo, ao invés de especificar o caminho completo até ele, como fizemos anteriormente. Para conseguir isso é fácil, basta criarmos um <em>link</em> simbólico. Num terminal:</p>
<p><code>sudo ln -s /usr/lib/bluej/bluej /usr/bin/bluej</code></p>
<p>Pronto! Agora basta digitar &#8220;<strong>bluej</strong>&#8221; para executar o nosso programa recém-instalado. Moleza, não? =)</p>
<h3 id="metodo2" class="subtitles">Instalando &#8211; Método dois</h3>
<p>Se você já tentou a instalação pelo <a href="#metodo1">método um</a> e não obteve sucesso, não se desespere. Estes novos passos irão te ajudar. =)</p>
<p>A etapa extra aqui consiste basicamente em instalar e configurar a JVM oficial da Sun como padrão do sistema, antes de fazer a instalação do BlueJ.</p>
<p>Como você já tem os <a href="#repositorios">repositórios <em>multiverse</em></a> habilitados, basta executar os seguintes comandos num terminal:</p>
<p><code>sudo aptitude update<br />
sudo aptitude upgrade<br />
sudo aptitude install sun-java5-jdk -y<br />
sudo update-java-alternatives -s java-1.5.0-sun</code></p>
<p>Pronto! Agora basta seguir o <a href="#metodo1">método um</a> para conseguir terminar a instalação.</p>
<p>Se quando você pedir a instalação da JVM oficial você receber a mensagem de que o pacote de instalação não foi encontrado ou algo do tipo, certifique-se que você está com os <a href="#repositorios">repositórios <em>multiverse</em></a> habilitados.</p>
<h3 id="resumindo" class="subtitles">Resumindo</h3>
<p>Instalar programas no Linux na maioria dos casos é bastante simples, porém uma hora ou outra precisamos fazer uma instalação um pouco diferente da habitual. Fazer a instalação com calma é o segredo para instalar facilmente o programa que você deseja. =)</p>
<dl id="referencias" class="references">
<dt>Referências</dt>
<dd> <a href="http://www.bluej.org/">BlueJ</a> </dd>
<dd> <a href="http://java.sun.com/">Java</a> </dd>
<dd> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Object-oriented_programming">Programação orientada a objetos</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/POO">pt-br</a>) </dd>
<dd> <a href="http://cutlersoftware.com/ubuntuinstall/#enabling_extra_repositories">Adicionando repositórios via interface gráfica</a> </dd>
<dd> <a href="https://help.ubuntu.com/community/Repositories/CommandLine">Adicionando repositórios via linha de comando</a> </dd>
<dd> <a href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=250205&amp;highlight=bluej">Tópico no <em>Ubuntu Forums</em> sobre instalação do BlueJ</a> </dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instalando a RMagick no (*)Ubuntu Edgy</title>
		<link>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-a-rmagick-no-ubuntu-edgy/index.html</link>
		<comments>http://blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-a-rmagick-no-ubuntu-edgy/index.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2007 16:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaus Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[RMagick]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[RubyGems]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wp.blog.klaus.pro.br/2007/ler/instalando-a-rmagick-no-ubuntu-edgy/index.html</guid>
		<description><![CDATA[Tentar instalar a biblioteca para a manipulação de imagens &#8220;RMagick&#8221; foi uma coisa, no final das contas, bem simples e trivial. Porém, até eu chegar na solução final que realmente funcionasse eu precisei passar por vários outros métodos que, para mim, não funcionaram. Instalando Eu poderia escrever todos os métodos que testei e não funcionaram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tentar instalar a biblioteca para a manipulação de imagens &#8220;<a href="http://rubyforge.org/projects/rmagick/">RMagick</a>&#8221; foi uma coisa, no final das contas, bem simples e trivial.</p>
<p>Porém, até eu chegar na <a href="http://ubuntuforums.org/showpost.php?p=1802290&amp;postcount=1">solução final</a> que realmente funcionasse eu precisei passar por vários outros métodos que, para mim, não funcionaram.</p>
<h3 id="instalando" class="subtitles">Instalando</h3>
<p>Eu poderia escrever todos os métodos que testei e não funcionaram, comentar sobre eles e tudo mais, porém prefiro apenas comentar sobre o método que funcionou. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou levando em consideração que você já possui o <a href="http://www.ruby-lang.org/">Ruby</a> instalado e funcional em sua máquina.</p>
<p>Seguindo basicamente as etapas descritas no <a href="http://ubuntuforums.org/showpost.php?p=1802290&amp;postcount=1">post</a> já citado anteriormente, eu removi a &#8220;RMagick&#8221; que eu já havia instalado via <a href="http://rubyforge.org/projects/rubygems/">RubyGems</a> (numa tentativa mal-sucedida anterior =).</p>
<p><code>$ sudo gem uninstall rmagick</code></p>
<p>Lembrando que o &#8220;$&#8221; não deve ser digitado, apenas indica que você pode fazer o comando com um usuário normal desde que ele tenha permissões administrativas (<em>sudoer</em>) ou claro, com a conta <em>root</em>.</p>
<p>Para verificar que você não tem a &#8220;RMagick&#8221; definitivamente, você pode usar:</p>
<p><code>ruby -rrubygems -e "require 'RMagick'; puts Magick::Long_version;"</code></p>
<p>Se você executar o comando, deverá receber uma resposta dizendo não ser possível carregar a &#8220;RMagick&#8221;. Exemplo:</p>
<p><code>no such file to load -- RMagick (LoadError)</code></p>
<p>Com tudo isso certo, agora é só instalar a &#8220;RMagick&#8221; disponível nos repositórios do <a href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a>:</p>
<p><code>$ sudo aptitude install librmagick-ruby</code></p>
<p>Simples e prático! Vamos usar o mesmo comando anterior para testar a instalação e exibir a versão:</p>
<p><code>ruby -rrubygems -e "require 'RMagick'; puts Magick::Long_version;"</code></p>
<p>Desta vez o resultado deverá ser algo como:</p>
<p><code>This is RMagick 1.13.0 ($Date: 2006/06/26 23:32:37 $)<br />
Copyright (C) 2006 by Timothy P. Hunter<br />
Built with ImageMagick 6.2.4 11/01/06 Q16 http://www.imagemagick.org<br />
Built for ruby 1.8.4 (2005-12-24) [i486-linux]<br />
...</code></p>
<p>Procurei algum código simples para fazer o teste final. Achei este <a href="http://www.bigbold.com/snippets/posts/show/36">gerador de <em>thumbnails</em></a> bastante simples mas eficaz para o teste. Fiz umas pequenas alterações e temos:</p>
<p><code>require 'RMagick'</code></p>
<p>maxwidth = 160<br />
maxheight = 160<br />
aspectratio = maxwidth.to_f / maxheight.to_f<br />
imgfile = &#8216;world&#8217;</p>
<p>pic = Magick::Image.read(imgfile + &#8216;.jpg&#8217;).first<br />
imgwidth = pic.columns<br />
imgheight = pic.rows<br />
imgratio = imgwidth.to_f / imgheight.to_f<br />
if imgratio &gt; aspectratio<br />
scaleratio = maxwidth.to_f / imgwidth<br />
else<br />
scaleratio = maxheight.to_f / imgheight<br />
end<br />
thumb = pic.resize(scaleratio)</p>
<p>white_bg = Magick::Image.new(maxwidth, thumb.rows)<br />
pic = white_bg.composite(thumb, Magick::CenterGravity, Magick::OverCompositeOp)<br />
pic.write(imgfile + &#8216;.thumb.jpg&#8217;)</p>
<p>Ele vai procurar uma imagem de nome &#8220;world.jpg&#8221; no diretório atual e vai tentar gerar um <em>thumbnail</em> sob o nome &#8220;word.thumb.jpg&#8221;.</p>
<p>Se tudo der certo, você vai ver as duas imagens no diretório, indicando o sucesso na operação:</p>
<p><code>$ ls *.jpg -l<br />
-rw-r--r-- 1 klaus klaus 36802 2007-01-12 10:54 world.jpg<br />
-rw-r--r-- 1 klaus klaus 20895 2007-01-12 10:55 world.thumb.jpg<br />
</code></p>
<h3 id="resumindo" class="subtitles">Resumindo</h3>
<p>O processo de instalação foi bem simplificado no final das contas, porém, encontrar o método que funciona é o que acabou me consumindo algum tempo. <img src='http://blog.klaus.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<dl id="refencias" class="references">
<dt>Referências</dt>
<dd> <a href="http://www.ruby-lang.org/">Ruby</a> </dd>
<dd> <a href="http://ubuntuforums.org/showpost.php?p=1802290&amp;postcount=1">A forma de instalação (post original)</a> </dd>
<dd> <a href="http://rubyforge.org/projects/rubygems/">RubyGems</a> </dd>
<dd> <a href="http://www.bigbold.com/snippets/posts/show/36"><em>Snippet</em> gerador de <em>thumbnails</em> em Ruby</a> </dd>
<dd> <a href="http://blog.pomozov.info/posts/adventure-with-rmagick-and-mongrel.html">Instalação alternativa (para mim não funcionou mas a leitura foi útil)</a> </dd>
</dl>
]]></content:encoded>
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	</channel>
</rss>
